Sermos inteligentes não nos proíbe de rezar um pouco

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Gabriel Lamza
Gabriel Lamza
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A gente conversava na aula de tópicos de filosofia sobre o cientista que sai do laboratório e passa na Missa antes de voltar para casa. E penso no jeito respeitoso que tratamos desse assunto. Freud foi também respeitoso o bastante para escrever sobre religião.

Embora nosso querido psicanalista de Viena tenha olhado para a relação da religião com o homem como uma “neurose universal”, são inúmeros, para mim, os indícios de que não tenha colocado as mãos no Espírito mais do que podia ou deveria.

Ser inteligente, racionalizar o que tem serventia de ser racionalizado, não proíbe ou contradiz a vivência da fé. Até porque, e sabemos todos nós, Deus está por aqui e por aí, fora do tempo, fazendo o trabalho dele que não é pouco.

Uma coisa é a religião étnica, o impasse humano diante do outro que pode saber o que não sabemos, ter o que não temos, uma coisa é a “placa da igreja”. Outra coisa absurdamente diferente é uma vida com Deus. “Para isso o filho de Deus se manifestou”.

Trago também a péssima notícia de que a eternidade já começou, e que vamos ter de resolver as coisas detalhe a detalhe até que estejamos na Glória desta experiência terrena. Cedo ou tarde, meus irmãos, estaremos em um projeto totalmente diferente. E ainda juntos um do outro.

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