
Que que é pra fazer?
Se essa pergunta está martelando na sua cabeça, respire fundo: está tudo bem. Este espaço não foi criado para lhe cobrar, mas para lhe acolher exatamente onde você está agora. Não existe "atraso", não existe nota vermelha nem olhar de reprovação aqui, apenas um caminho aberto e organizado para quem deseja se reencontrar no processo.
Encare tudo o que está listado abaixo como um menu de oportunidades para complementar o que vivemos nos encontros presenciais do AT 101. A não obrigatoriedade de realizar estas atividades é o nosso convite mais sincero à sua autorresponsabilidade: você define a intensidade e o momento de mergulhar, sabendo que este conteúdo estará sempre disponível para apoiar sua jornada de autoconhecimento e autoaprendizagem, caso decida, a qualquer momento, se reconectar.
O primeiro encontro
Quando a poeira baixa após uma novidade, observa-se a reação. Se existe autonomia para voltar ao próprio eixo logo após o primeiro impacto, surge um indício importante. Isso demonstra prontidão para lidar com desconfortos de maneira transformadora. Trata-se de uma visão amadurecida da vida. Vale ressaltar que esse momento não precisa ser a aula inicial da turma, pode ser apenas o contato com um desconforto pessoal que pede atenção.
Atividade 1: autocontrato
Para Muriel James, o autocontrato passa longe da burocracia de cartório. É um pacto de clareza firmado com a própria consciência. A proposta consiste em sair da abstração de desejos vagos para definir concretamente o que se quer mudar e qual a evidência prática dessa mudança. Trata-se de um compromisso real, sem letras miúdas. Após o preenchimento, existe a opção de enviar o documento para a supervisão, caso haja vontade de firmar esse passo externamente.
👉 Enviar autocontrato para a supervisão
Atividade 2: leitura crítica
O conteúdo a seguir exige disposição para abandonar ilusões. O artigo "Compaixão nasce ao reconhecer a falta e recusar a fantasia de completude" aborda a crença de que a perfeição seria um pré-requisito para receber afeto. Entende-se aqui que a compaixão surge justamente ao aceitar que a falta é constitutiva do ser humano. Sugere-se a leitura atenta e a resposta às perguntas propostas ao final do texto para consolidar o entendimento.